sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Zélia Duncan Pós Tudo (11/03/2006)

Essa entrevista faz parte de uma série que fiz para um jornal de Santos onde trabalhei. Resgatei algumas nos meus arquivos e resolvi reproduzir aqui no Mannish Blog. 
A data acima é de quando foi publicada, portanto, é um retrato da época. E o título também é o original do jornal.


Entrevista: Eugênio Martins Júnior

Zélia Duncan volta a Santos na terça-feira, dia 14, às 21h, para mostrar as canções de Pré Pós Tudo Bossa Band, seu mais recente CD, só que desta vez com o show completo, aclamado pela crítica como o melhor da cantora. O CD traz 16 faixas com diversas participações, na produção: Lenine, Cristian Oyens, Bia Paes Lema e Beto Villares. Nas composições e parcerias, o CD conta com Paulinho Moska, Lulu Santos, Pedro Luís (de A Parede) e Mart’nália. Entre as composições, quatro do “Nego Dito”, Itamar Assunção, uma das influências de Duncan.     

Eugênio Martins Júnior – Nesse CD você mostra ter muitas influências. Além, é claro, do samba, MPB e todos esses ritmos nacionais, o músico brasileiro ainda é influenciado pelo jaz, pelo blues e o pop internacional, no Pré Pós Tudo Bossa Band tem tudo isso. Parece ser muito difpicil escolher o que gravar com tanta coisa na cabeça, não é verdade? 
Zélia Duncan – Sim, você tem razão e, fora isso, eu não gravava um disco autoral há quatro anos, pois fiz o Sortimento Vivo e o projeto Eu Me Transformo em Outras, então acabou ficando um disco um pouc maior. Mas eu, como consumidora de música também, acho que é um privilégio para o público poder adquirir coisas diversas num únioc álbum. 

EM – O CD Eu Me Traansformo em Outras jámapontava nessa direção?
ZD – Sim, o Pré Pós traz conquistas daquele trabalho. 

EM- É devido esse fator que ocorre parcerias que tantos músicos e tantos produtores?
ZD – O fator único é apenas o desejo de trabalhar com todas essas pessoas que já fazem parte do meu universo.

EM – É verdade que você estáfazendo faculdade de Letras? Entre shows, gravações e participações em CDs e DVDs de outros artistas, como você arruma tempo?
ZD – Sim, não sei como, mas vou levando. Acabo de chegar da faculdade (essa entrevista foi realizada ao meio dia de uma quinta-feira. Meus colegas me ajudam, viajo com um computador e quando é uma viagem mais longa vou me virando. Faço o mínimo de matérias possível e tem me dado muito prazer. Leio as apostilas e por vezes faço trabalhos dentro do avião.

EM – Sempre que pode você cita o Itamar Assunção e o Tom Zé. Dessa vez você gravou quatro músicas do Itamar: Vi Não Vivi, Tudo ou Nada, Do Elegante e Milágrimas. Gostaria que você falasse um pouco sobre isso.
ZD – São autores que me ajudam a dar consistência ao meu próprio trabalho e, em troca, eu tento colocar mais foco neles, que são sensacionais. 

EM – É mesmo um importante resgate. Sempre achei que esse pessoal chamado de “maldito”, como Itamar, Aguilar, Arrigo, Premê, Língua de Trapo, Rumo, as próprias Ná Ozetti e Vânia Bastos sempre foram muito injustiçados pela mídia, gravadoras e até por outros artistas, você não acha?
ZD – A pessoa pode passar a vida inteira vivendo bem de música, sendo importante mesmo e não ser conhecido nacionalmente como merecia. Tem a ver com o movimento de cada um e com a artificialidade das rádios e gravadoras, certamente. Você citou aí pessoas fundamentais para a minha vida de ouvinte e cantante.

EM – O seu CD nas lojas custa cerca de R$ 36,00. Inclusive em grandes redes que costumam cobrar um pouco menos. Nas Lojas Americanas on line achei por R$ 27,00, mas não é todo mundo que pode comprar CDs pela internet. Você não acha que esse preço estimula a pirataria?
ZD – Estimula, mas não justifica. A pirataria é um câncer e uma falsa ilusão de se estar levando vantagem, quando tantas pessoas são lesadas, não só o artista. O cinismo virou regra no Brasil e, por outro lado, o imposto é altíssimo e os donos de loja, pouco inteligentes abusam disso, querendo cem por cento de lucro, provavelmente. Quem sofre é a cultura, ou seja, todos nós. Nos meus shows, quando posso levar, vendo a R$ 20,00. Mas saiba que compro da gravadora por R$ 19,00.

EM – Como será a apresentação em Santos?
ZD – Estou muito feliz, pois será um dos lugares onde o show estará completo: cenário, iluminação e tudo o mais. Estou rodando o Brasil e já estive também em Portugal. Santos, terra de Pagu, vai ser uma alegria!


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Duca Belintani - How Long - 2017


Essa seção surgiu da vontade em divulgar os lançamentos e prestigiar os artistas de blues e jazz brasileiros que trabalham duro para gravar um CD autoral. E também, mostrar todos os profissionais envolvidos na produção.
Nunca antes na história desse país a cena independente foi tão forte. A popularização dos meios de gravação e veiculação, com o advento da internet, proporcionaram isso.
Surfando nessa onda, o Mannish Blog continua com sua missão de divulgar a boa música do Brasil.

Músicos – Duca Belintani (guitarra e voz), Benigno Sobral (baixo), Ulisses da Hora (bateria nas faixas 1,2,3,4,6 e 7), Humberto Zigler (bateria nas faixas 5,8,9 e 10), Ricardo Scaff (gaita nas faixas 4 e 7), Adriano Grineberg (piano na faixa 7) e Vinas Peixoto (berimbau e caixa na faixa 3).  
Produção e direção - Duca Belintani
Edição e Masterização – Vinas Peixoto
Projeto gráfico – Tim Ernani
Fotos - Duca Belintani e Aline Belintani
Gravado no Hybrid Studios (CA) – (faixa 2) por Joshua Brooks
VP Estúdios – (faixas 1,2,3,4,6 e 7) por Vinas Peixoto
Space Blues – (faixas 5,8,9 e 10) por Alexandre Fontanetti

Músicas
1 – Baby Please Don’t Go - Big Joe Willians
2 – Ma baby, My Car and My Guitar - Duca Belintani
3 – I’m Going Down in Mississippi - Duca Belintani
4 – Jumping Boy Blues - Duca Belintani/Osmar Santos Jr
5 – How Long – Leroy Carr
6 – Louisiana Blues - Duca Belintani
7 – Tô Sabendo – Tico Terpins/Zé Rodrix
8 – Rota 145 - Duca Belintani
9 – Hey Hey – Big Bill Broonzy
10 – Mena Old Frisco – Arthur Big Boy Crudup

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Trio Ciclos apresenta sua música móvel no Sesc Pinheiros

Na quarta-feira, dia 27, a partir das 20h30, o Sesc Pinheiros recebe o Trio Ciclos, um dos grupos dedicados à grande fusão de ritmos brasileiros que podemos chamar de jazz br


Formado por três músicos de destaque no cenário da música instrumental brasileira, Edson Santanna (piano), Bruno Migotto (baixo) e Alex Buck (bateria), o Trio Ciclos existe desde 2008. 
Com um início calcado na tradição de trios brasileiros, o repertório era composto por composições próprias e arranjos sofisticados de clássicos da música brasileira, como Alvorada (Cartola), Chega de Saudade (T. Jobim e Vinícius de Moraes), mas ao longo dos anos os músicos adotaram um sistema de interação para trio absolutamente singular, denominado pelos integrantes como Móbiles. 
O conceito, emprestado da arte cinética, visa a valorização de um aspecto muito caro ao trio: a composição em tempo real. Ou seja, a boa e velha improvisação. 
Outra característica do Ciclos é a interação com o computador. Ora processando os sons dos instrumentos (live electronics), ora com o computador funcionando como uma espécie de quarto integrante, improvisando juntamente com os músicos, é notória a expansão do campo timbrístico dessa formação clássica (piano, baixo acústico e bateria) que surgiu no jazz e difundiu-se mundialmente.

"Flexível, inconstante, volúvel... Mobile.
No início do século XX o artista plástico Alexander Calder, um dos expoentes da arte cinética, criava as primeiras esculturas movediças, estruturas suficientemente leves e flexíveis capazes de assumir diferentes (con)figurações acompanhando as correntes de ar.
Transportar a ideia de móbiles para o nosso campo - jazz / música instrumental brasileira - foi a solução que encontramos para dinamizar as decisões coletivas, potencializando a articulação do discurso musical no momento da performance. É a partir da tensão do encontro entre as vontades dos integrantes do trio que surge a força motriz para o encadeamento das estruturas - música cinética. Por isso as apresentações do trio são imprevisíveis, são configurações únicas que dão origem a uma música criativa e dinâmica".


Trio Ciclos - Mobile Vol. 1 - 2015


Essa seção surgiu da vontade em divulgar os lançamentos e prestigiar os artistas de blues e jazz brasileiros que trabalham duro para gravar um CD autoral. E também, mostrar todos os profissionais envolvidos na produção.
Nunca antes na história desse país a cena independente foi tão forte. A popularização dos meios de gravação e veiculação, com o advento da internet, proporcionaram isso.
Surfando nessa onda, o Mannish Blog continua com sua missão de divulgar a boa música do Brasil.

Músicos - Edson Santanna (piano), Bruno Migotto (baixo) e Alex Buck (bateria e live electronics).

Captação e mixagem – Bernardo Goys
Masterização – David Darlington/NY Bass hit Recording
Arte da capa e projeto gráfico – Thais Barbosa e André Mortatti
Gravado no estúdio Soundfinger, São Paulo,  em dezembro de 2015. 
Todas as composições do Trio Ciclos, exceto Koan n. 2 e 3 Chances, de Alex Buck 

Músicas
1 – 3 Chances
2 – Curação Mobile
3 – Mobile Rock
4 – Koan n.2
5 – Mobile Saudade
6 – Mobilibre
7 - Maxixe

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Tambores de Arcoverde (11/02/2006)

Essa entrevista faz parte de uma série que fiz para um jornal de Santos onde trabalhei. Resgatei cinco delas nos meus arquivos e resolvi reproduzir aqui no Mannish Blog. O título e a data acima são de quando a entrevista foi publicada, portanto, é um retrato da época. Ambos são original do jornal.


Entrevista: Eugênio Martins Júnior

Foi Arcoverde que produziu o Cordel do Fogo Encantado, o conjunto mais original saído de Pernambuco na esteira do movimento mangue beat, que teve os grupos Mundo Livre SA e Chico Science e Nação Zumbi como precursores.
Arcoverde é uma cidade, tem só 61 mil habitantes e fica no sertão, a 252 quilometros de Recife. Além de produzir, batata, milho, goiaba, mandioca, feijão e banana, Arcoverde também é muito rica em artesanato e folclore.
Todos os anos, sempre em agosto, acontece o Festival Lula Calixto, em comemoração ao aniversário do samba de coco Raízes de Arcoverde. 
O festival reúne diversas atrações como o Boi da Macuca de Garanhuns, banda de Pífanos Santa Luzia e o Reizado de Caraíbas de Arcoverde, a Orquestra Popular do Recife, Zabumba de Mestre Chimba do cabo, Aurinha do Coco de Olinda, Samba do Leitão da Carapuça de Afogados da Ingazeiras, e os grupos de coco de Arcoverde, Irmãs Lopes e Raízes Verdes.
O Cordel preservou as raízes de Arcoverde, com poesia calcada no cotidiano do homem sertanejo. Formam a banda, Clayton Barros (violão e voz), Emerson Calado (percussão), Lirinha (letras e voz), Nego Henrique (percussão e voz) e Rafa Almeida (percussão e voz).
O percussionista Emerson Calado reservou um tempo entre as gravações do novo CD do grupo para essa entrevista. 

Eugênio Martins Júnior – Vocês já estão no estúdio gravando o terceiro CD, dá pra adiantar alguma coisa?
Emerson Calado – Já iniciamos a gravação e a previsão de lançamento é para o meio do ano. O carnaval vai tirar a gente um pouco de São Paulo, mas as percussões já estão prontas. Falta colocar os violões e todas as letras que serão compostas pelo Lirinha. Talvez role uma parceria com o B Negão, mas ainda não temos um nome para o CD.

EM – Os dois discos anteriores são bem crus. Buscam essa sonoridade? 
EC - O disco é o próprio registro do espetáculo, com todas as deficiências e não ao contrário. 

EM – No primeiro disco a produção foi do Naná Vasconcelos, o segundo do próprio Cordel e o próximo?
EC – É do Carlos Eduardo Miranda. (jornalista, produtor e diretor artístico da Banguela Records e responsável pelos CDs Samba Esquema Noise, e Guentando o Oia, do Mundo Livre SA de Recife.

EM - Então o Cordel continua um grupo independente?
EC – Sim, preferimos continuar independentes para não sofrer nenhuma interferência ou imposição em nosso som. No nosso caso é independência ou morte.

EM – Tem gente que prefere ter uma grande gravadora dando suporte.
EC – Acredito que no Brasil já não exista mais o receio de ser independente, porque com a chegada da internet e dos novos equipamentos a gravação de um CD ficou muito mais fácil. Veja, somos independentes e o nosso primeiro DVD vendeu 15 mil cópias em apenas três meses. O que aconselho aos outros grupos é que tenham um bom projeto.

EM - Como vai ser o show em Santos?
EC – É o mesmo show que foi gravado pela MTV e eleito pela revista Bravo como o terceiro melhor de 2005. Ele é relativamente novo e ainda tem muito a mostrar. Também vamos incluir novas composições.

EM – Os grupos de Pernambuco possuem influências muito fortes da cultura de rua, só que o Cordel incorpora ainda poesia e elementos teatrais e isso diferencia o grupo de bandas como Mundo Livre e Nação Zumbi, não é verdade?
EC – Exato, o Cordel é uma junção de elementos da música mundial. As letras sempre foram focadas em nosso cotidiano, dá para perceber bem uma mudança nos dois primeiros discos, a visão de quem saiu do interior do Nordeste e veio para a metrópole. Todas as viagens nos influenciam. 

EM – No som de vocês também não tem muito espaço para instrumenrtos eletrônicos, como guitarra e baixo.
EC – E nem teclado. A instrumentação é restrita aos violões e à percussão que dão suporte às letras de Lirinha.

EM – Nas composições de vocês não há muito espaço para frazes como: “eu te amo, baby”. O que rola mesmo é fogo, tempestade. É um lance bem carregado para esse lado.
EC – No primeiro disco nós nos inspiramos nos poetas locais, já no segundo incorporamos alguns poetas urbanos como João Cabral de Melo Neto, por exemplo. A chuva e a tempestade provocam mudanças na vida do sertanejo e ao mesmo tempo são de grande beleza. A tempestade é também uma metáfora sobre a vida, um pouco a tragédia do amor que fere e cansa.   

EM – Temos grandes percussionistas no Brasil e a música que vocês fazem representa bem essa característica. A produção do Naná Vasconcelos não foi por acaso?
EC – O que diferencia a percussão do Brasil para de outros países como Cuba e os africanos é que aui a renovação é muito grande, a fusão ritmica. Veja o exemplo do Naná Vasconcelos que pegou o berimbau, um instrumento de capoeira e o transformou em um instrumento universal, e a mesma coisa o Marco Suzano com o pandeiro que é um instrumento que vem do samba.

EM – Há um senso comum de que a MPB não produz mais poetas como Caetano, Gil, Chico, Djavan, e tantos outros. Talvez isso pode até acontecer no que diz respeito ao formato canção, mas ao mesmo tempo a música brasileira é muito rica em outros formatos. Você não acha que essa afirmação restringe o alcance da música brasileira que tem tantos ritmos diferentes?
EC – Talvez isso aconteça mesmo com o formato canção, mas como falei anteriormente, a música brasileira tem um poder muito forte de renovação e as pessoas sempre acabam abrindo os ouvidos para novas coisas, o brasileiro é um povo muito musical. A percussão sempre foi uma coisa de guetos, mas agora está em alta e ganha cada vez mais espaços. Tem muita gente tocando em pequenos clubes, mas não tem visibilidade.



sábado, 16 de setembro de 2017

Igor Willcox - #1 - 2017


Essa seção surgiu da vontade em divulgar os lançamentos e prestigiar os artistas de blues e jazz brasileiros que trabalham duro para gravar um CD autoral. E também, mostrar todos os profissionais envolvidos na produção.
Nunca antes na história desse país a cena independente foi tão forte. A popularização dos meios de gravação e veiculação, com o advento da internet, proporcionaram isso.
Surfando nessa onda, o Mannish Blog continua com sua missão de divulgar a boa música do Brasil.

Músicos: Igor Willcox (bateria), Clayton Souza (saxofone), Erik Escobar, Vini Morales, Bruno Alves (teclados), JJ Frannco, Rubem Farias, Glácio Nascimento, Fernando Rosa (baixo), Carlos Tomati (guitarra), Bocato (trombone), Marcus Cesar (percussão).

Produção: Igor Willcox
Mixagem e masterização: Igor Willcox
Foto da capa: Zé Cintra
Desenho gráfico: Lery Festa
Gravado nos estúdios Room 73 e Drum Village

Músicas
1 - Brotherhood - Igor Willcox
2 - The Scare - Igor Willcox
3 - Old Friends - Erik Escobar
4 - Julie's Blues - Igor Willcox
5 - Brad Vibe - Vini Morales
6 - Thakful - Erik Escobar
7 - Room 73 - Igor Willcox
8 - Waltz For My Love - Igor Willcox
9 - Lifetime - Igor Willcox

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

O jazz tradicional da Big Easy chega em Sampa.


O lendário trompetista Leroy Jones, conhecido pelos amantes da música como o responsável por manter acesa a chama do Jazz Tradicional de New Orleans, se apresenta na terça-feira, dia 26, no Bourbon Street, em São Paulo.
Trata-se de um dos grandes músicos nascidos na cidade berço do jazz, responsável por expor a audiências de todo o mundo a autêntica música de Louis Armstrong, Buddy Bolden, Danny Barker e todos os grandes que ajudaram a criar o rico caldeirão sonoro da big easy, sem deixar de colocar sua marca em todos os temas.
Leroy Jones começou a estudar trompete aos 10 anos de idade e aos 13 já se apresentava em casas de show e conduzia a banda de sua igreja. Membro do New Orleans Jazz Hall of Fame, seu som é descrito como a mistura da sofisticação de Louis Armstrong com o bebop do virtuoso de Clifford Brown.
O repertório inclui as tradicionais Bourbon Street Parade, Sleepy Time Down South, Basin Street Blues, Do you Know What it Means (to Miss New Orleans) e muito mais.
A banda vem com Leroy Jones (trompete e voz), Victor Atkins (piano), Nobu Ozaki (baixo), Barnaby Gold (bacteria).

Serviço:

Show: Leroy Jones
Local: Bourbon Street
Endereço: Rua Dos Chanés, 127 – Moema – SP
Data: 26/09/2017 – terça-feira
Horário: 21h30
Bilheteria: de 2ªf.a 6ª.f das 9h às 20h, sábado e feriado das 14h às 20h
Fone para reserva: (11) 5095-6100 (Seg. a sexta) das 10h às 18h
Abertura da casa: 20h30
Couvert Artistico: R$ 75,00
Venda também pela Ingresso rápido - 11 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
Classificação indicativa: 18 anos e 16 anos acompanhado de responsável