terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Festival de Blues de Poços de Caldas - 06/07/2013

Foi um festival com dois veteranos do blues, Tail Dragger e Henry Gray. Ou seja, uma grande oportunidade de ver os caras das antigas, o que muitos chamam de "a verdade" do blues. Mas teve também as participações do gaitista de Chicago Bob Corritone e do guitarrista Danilo Simi. Era pra ter duas entrevistas com Gray e Dragger para esse blog, mas fatos desagradáveis aconteceram com relação à produção. Mas isso ficou no tempo. Não vou aqui dar palco pra quem não merece e eu não respeito. Fotos: Eugênio Martins Jr

Henry Gray





Tail Dragger


Bob Corritone e Tail Dragger

domingo, 26 de fevereiro de 2023

Zunido, festival do Sesc Pompéia reúne atrações nacionais e internacionais em março

O evento rola entre os dias 9 e 19 de março, com a venda dos ingressos online a partir de 28/02 e a partir de 01/03 nas unidades do Sesc espalhadas pelo estado

Marcos Valle

Entre quinta, dia 09, e domingo, dia 19 de março, o famoso palco da comedoria do Sesc Pompéia abriga mais um festival entre tantos que já aconteceram. 
Dessa vez o Zunido reverbera a musicalidade negra em suas mais diversas dimensões, tendo como base uma leitura contemporânea da tradição da música urbana.
A programação inclui Kid Koala & Lealani (Canadá/ Estados Unidos); Maíra Freitas & Jazz das Minas (Brasil); Marcos Valle + Azymuth (Brasil), Pupillo Sonorado apresenta Novelas: Pupillo com Thomas Harres, Marcio Arantes, Antonio Neves, Limma e Guri (Brasil), Rodrigo Ogi / Dr. Drumah (Brasil) e The Last Poets (Estados Unidos).

Maíra Freitas & Jazz das Minas - O sexteto carioca Maíra Freitas & Jazz das Minas apresenta sua música que celebra a pluralidade de potências femininas. O show inclui ritmos como samba, ijexá, marcha-rancho, maracatu e jazz, interpretados com vivacidade entre improvisos e poesias. Criado em 2019, o grupo abre o Festival Zunido com composições de Maíra, de seu pai Martinho da Vila, além de canções de outros artistas renomados, como Luedji Luna, Nei Lopes, Milton Nascimento, Gilberto Gil e sucessos nas vozes de Nina Simone, Elza Soares e Alcione. Vencedoras do edital Sesc RJ Pulsar e selecionadas no edital FOCA RJ, elas se preparam para gravar seu primeiro álbum autoral em 2023. 
Ficha técnica: Maíra Freitas (direção musical, piano, voz), Samara Líbano (violão 7 cordas), Marfa Kurakina (baixo/voz), Flavia Belchior (bateria/percussão), Mônica Ávila (sax/flauta), Rapha Morret (percussão). Dia 9/3. Quinta, às 21h30.

Maíra Freitas

Marcos Valle + Azymuth - Ícones da música brasileira celebram sua parceria em show que reúne o repertório dos discos Garra (1971) e Previsão do Tempo (1973), de Valle.
Fazedor de hits, o compositor, cantor, instrumentista e arranjador Marcos Valle celebra seus 80 anos. Valle incorpora em suas apresentações diversas vertentes e gêneros: da bossa nova à música negra norte-americana, do rock progressivo e psicodélico ao pop dançante dos anos 1970 e 1980, junto ao seu indefectível groove e a uma variedade de ritmos regionais brasileiros. 
Formado no Rio de Janeiro em 1973, a partir de uma colaboração com Valle na trilha sonora de O Fabuloso Fittipaldi, Azymuth se consolidou com um som de estilo próprio: o Samba Doido, uma combinação de soul, funk e jazz com samba. Com 35 álbuns lançados em 50 anos de uma carreira em constante movimento, o grupo já se apresentou em grandes festivais ao redor do mundo e trabalhou com musicistas como Eumir Deodato, Stevie Wonder, Sarah Vaughan, Milton Nascimento, Gal Costa, Erasmo Carlos, Airto Moreira e Flora Purim. Recentemente participou do projeto JAZZ IS DEAD, de Ali Shaheed Muhammad e Adrian Younge.
Ficha técnica: Marcos Valle (fender rhodes e voz), Kiko Continentino (teclados), Alex Malheiros (baixo), Ivan Conti (bateria). Dia 10/3. Sexta, às 21h30.

Kid Koala & Lealani - DJ canadense cultuado no Brasil apresenta seu novo projeto, em parceria com a filha cantora e multi-instrumentista. Kid Koala, DJ de scratch desde 1994, é conhecido por suas habilidades. Ele evoluiu sua abordagem para combinar toca-discos com máquinas analógicas e dispositivos visuais e, assim, criar um estilo único. Koala desenvolve facilmente uma ampla gama de gêneros, incluindo hip-hop, ambiente, alternativo, clássico contemporâneo, blues, rock clássico e jazz tradicional.
Com cinco álbuns solo e turnês com bandas como Radiohead, Arcade Fire, Beastie Boys e A Tribe Called Quest, Koala também conta com colaborações com Deltron 3030, Gorillaz e Afiara String Quartet. Seus shows ao vivo variam de sets de DJ a espetáculos multimídia. Em sua nova apresentação, Koala é acompanhado pela artista Lealani nos vocais, guitarra e MPC (sampler e drum machine/ misto de bateria eletrônica e gravador).
Ficha técnica: Kid Koala (toca-discos/turntables), Lealani (vocals, guitar and mpc/vocal, guitarra, MPC). Dias 11/3 e 12/3. Sábado, às 21h30. Domingo, às 18h30

Pupillo - Sonorado apresenta Novelas: Pupillo com Thomas Harres, Marcio Arantes, Antonio Neves, Limma e Guri. Lançado em meio à pandemia, o Sonorado Apresenta Novelas marca a estreia individual de Romário Menezes de Oliveira Jr., o Pupillo. O álbum apresenta temas instrumentais de novelas dos anos 70, época em que as trilhas sonoras eram assinadas por grandes compositores e traziam arranjos dos maiores maestro, a exemplo das faixas Selva de Pedra e Mentira, de Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, O Semideus, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, e Tema de Kiko, de Roberto e Erasmo Carlos.
O baterista e produtor apresenta uma música funkeada e, sobretudo, instrumental, com vocais ocasionais que funcionam como instrumentos, além de projeções de imagens das novelas originais.
Antes de se apresentar solo, Pupillo foi membro da banda Nação Zumbi até 2018 e tem colaborado com artistas como Gal Costa, Marisa Monte, Otto, Junio Barreto, Lirinha, Mombojó, Nando Reis e Céu. Como compositor de trilhas sonoras, assina músicas de filmes como: Baile Perfumado (1997), Amarelo Manga (2003), Baixio das Bestas (2006), Árido Movie (2006), Besouro (2008), Jardim Atlântico (2012), Quase Samba (2013), Sangue Azul (2015) entre outros.
Ficha técnica: Pupillo (bateria), Guri (guitarra), Marcio Arantes (baixo), Thomas Harres (percussão), Limma (teclado), Antonio Neves (trombone). Dia 16/3. Quinta, às 21h30

Drumah


Rodrigo Ogi / Dr. Drumah - Em noite de duas atrações, Dr. Drumah traz seu dub set com como maior referência e Ogi se apresenta acompanhado com a banda. Dr. Drumah é o nome artístico adotado pelo produtor e baterista baiano Jorge Dubman para sua persona beatmaker. Tendo o dub como principal referência de seu trabalho, o músico busca citá-lo em composições de qualquer estilo. Com a sintetização de sons, Dubman tornou-se conhecido pelos delays que reproduz organicamente em caixa e chimbal. Exaustivo pesquisador, procura aplicar em suas composições diferentes formas de se relacionar com os sons e utiliza em seu set programações e samplers.
É fundador do grupo instrumental IFÁ, onde atua como produtor e baterista. Sob a alcunha de "Drumah", já soma 13 álbuns produzidos, possui também dois álbuns autorais: The Confinement Vol. 1: África, lançado no início da pandemia, e Nu-Konduktor, de 2021.
Ficha técnica: Dr. Drumah (bateria), Bruno Aranha (teclados), Fabricio Mota (baixo), Fernando Macuna (percussão), Gleison Coelho (sax e flauta), Junix (guitarra)
Rodrigo Ogi - No rap desde o começo dos anos 2000, quando integrava o grupo Contra Fluxo, Rodrigo Ogi se lançou na carreira solo em 2011, com o elogiado Crônicas da Cidade Cinza. Quatro anos depois, o rapper regressou com Rá!, produzido pelo curitibano Nave, que consolidou seu nome no rap brasileiro e foi o responsável por Ogi passar a convidar músicos para tocar instrumentos em seus discos. Já Pé no Chão, mostra um outro lado de Ogi, famoso como  contador de histórias, dando espaço para faixas mais pessoais. O show com banda apresenta versões novas e mais imersivas de suas canções. Inspirado em grupos famosos do rap norte-americano, como o The Roots e o Digable Planets, o espetáculo utiliza instrumentos para ressaltar a organicidade e a musicalidade de suas faixas, e conta ainda com a fundamental presença do DJ, elemento indispensável da cultura hip-hop.
Ficha técnica: Rodrigo Ogi  (MC), DJ Nato (PK), Tiago Red (MC), Bruno Dupre (guitarra), Rato Bass (contrabaixo elétrico), Muka Brass (bateria). Dia 17/3. Sexta, às 21h30

The Last Poets


The Last Poets - Pela primeira vez no país, precursores do rap apresentam seu icônico catálogo de spoken word music em tom revolucionário. Antes mesmo que o rap soubesse seu nome, The Last Poets falava sobre racismo, pobreza e outras preocupações sociais afro-americanas. Seus poemas clássicos Niggers are Scared of Revolution, This is Madness, When the Revolution Comes e Gashman foram lançados nos dois primeiros álbuns, The Last Poets (1970) e This Is Madness (1971), e provocaram uma considerável  e longínqua influência no cenário do hip-hop. 
O lendário grupo surgiu no final dos anos 60, no bairro do Harlem, em Nova York, fundado por Abiodun Oyewole, David Nelson e Gylan Kain. Ao longo da sua história, agregou mais quatro jovens poetas negros e hispânicos: Umar bin Hassan, Felipe Luciano, Jalal Mansur Nuruddin, e Suliaman El Hadi, além de dois percussionistas: Nilaja Obabi e Baba Don. 
Ficha Técnica: Abiodun Oyewole, Dahveed Nelson, Babatunde (Baba Don), (Guest Poet) Sharrif Simmons, El Rhan Da Soundking (DJ). Dias 18 e 19/3. Sábado, às 21h30. Domingo, às 18h30

Para mais informações, acesse:. sescsp.org.br/festivalzunido

Serviço:
De 9 a 19 de março de 2023
Sesc Pompeia
Local: Comedoria
Ingressos: R$ 50 / R$ 25 / R$ 15
Classificação indicativa: 18 anos 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Bourbon Street Jazz Fest - 18/08/2013 - Parque do Ibirapuera

Em 2013 os ritmos de New Orleans migravam definitivamente para o Ibirapuera, espalhando a multidão pelo gramado do parque. Os shows foram com Leroy Jones feat. Topsy Chatman, Wanda Rouzan e a estrela em ascenção Troy Andrews, mais conhecido como Trombone Shorty. Fotos: Eugênio Martins Jr.

Leroy Jones e Topsy Chatman

Leroy Jones e Topsy Chatman

Leroy Jones

Wanda Rouzan

Wanda Rouzan

Trombone Shorty

Trombone Shorty

Trombone Shorty

Trombone Shorty

Trombone Shorty

Trombone Shorty

Trombone Shorty

Trombone Shorty  

Bourbon Street Jazz Fest - 11 e 19/08/2012 - Parque do Ibirapuera e Rua dos Chanés

Em 2012 os shows do Bourbon Street Jazz Fest passaram a acontecer no Parque do Ibirapuera, já que a Rua dos Chanés estava ficando apertada pra tanta gente. Esse foi um dos anos mais legais do festival devido à programação extensa e variada com New Orleans Jazz, blues e soul. A sequencia de shows foi a seguinte: dia 11, no Ibirapuera, Preservation Hall, Bonerama e Tony Hall and the Heroes. Na Rua dos Chanés foram Henry Butler e Vasti Jackson e Playing For Change. Consegui ir em dois dias e registrar vários shows. Confere aí. Fotos: Eugênio Martins Jr.

Preservation Hall

Preservation Hall

Preservation Hall

Preservation Hall

Preservation Hall

Bonerama

Bonerama

Bonerama

Bonerama

Tony Hall

Henry Butler

Henry Butler

Henry Butker e Vasti Jackson

Vasti Jackson

Playing For Change

Playing For Change

Playing For Change

Playing For Change




Bourbon Street Jazz Fest - 05/08/2011

Antes de se mudar para o Parque do Ibirapuera, o Bourbon Street Jazz Fest acontecia todos os anos na rua do bar. Acho que 2011 foi a última vez que o festival aconteceu na Rua dos Chanés. Os shows foram com Delfeayo Marsalis Sextet, Nathan & Zydeco Cha Chas e Dirty Dozen Brass Band. Fotos: Eugênio Martins Júnior.

Delfeayo Marsalis

Delfeayo Marsalis e Dirty Dozen Brass Band

Delfeayo Marsalis Sextet

Delfeayo Marsalis Sextet

Dirty Dozen Brass Band

Dirty Dozen Brass Band

Nathan & Zydeco Cha Chas

Rua dos Chanés